Ruptura de membranas por cristais intracelulares e extracelulares
Hipoxia por vasoconstrição
Resposta inflamatória e imunitária
Dano acontece na fase de arrefecimento e na fase de re-aquecimento
Temperatura tem que ser tumoricida. Criosensibilidade varia de célula para célula
Melanócitos frágeis: destruídos a -10ºC → hipopigmentação é um efeito secundarios. Cuidado em melanodérmicos
Células acessórias a -20ºC
Queratinócitos normais a -30ºC
Células tumorais a -30 a -50ºC
Fibroblastos, tecido conjuntivo e cartilagem são crioresistentes → qualidade das cicatrizes
Os vírus são as últimas a morrer
Controlo da temperatura
Uso de um termómetro (thermocouple) raramente usado
Podem ser inseridos termopares para avaliar a temperatura
Método de impedância
Calculada a resistência elétrica do tecido durante a exposição ao frio.
A impedência é quase proporcnional à resistência elétrica do meio extracelular, que depende do conteúde iónico → é um indicador do grau de cristalização
Impedância objetivo 750 ómegas
Método de controlar o tempo de impacto com um cronómetro
Método de avaliar o halo de congelação
Evitar passear ao longo da lesão
Tempo de descongelação tem que ser 2-3x maior que o tempo de congelação.
Métodos de administração
Aberta
Fechada (com um cone permite temperaturas inferiores)
Pode-se colocar vaselina à volta para evitar que partículas de azoto escorram para a pele adjacente
De contacto (com um pauzinho que atravessa a lesão e faz se no pauzinho)
Indicações
Efeitos secundários:
Cicatriz
Dor
Bolha
Distrofia ungueal
Alopécia no couro cabeludo
Retração tecidular
Criocirurgia avançada
Criocirurgia fracionada e segmentada
Para tumores alongados, fazer nos extremos nas primeiras vezes, ele diminui, e na última vez faz-se tudo
Para tumores redondos, fazer sem margem nas primeirs vezes, ele reduz, depois na última faz-se com margem.